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Abordagem da Leitura Artística – Art in Education: an internacional perspective – Parte 2

Para Barbosa (2003) a leitura do discurso visual é composta pela análise dos elementos visuais que constroem uma imagem e sua significação em diferentes contextos, cabe apontar que, apesar de os modos de recepção da obra de Arte e da imagem ao ampliarem o significado da própria obra a ela se incorporam.  Diante do exposto, então, não se trata mais de perguntar o que o artista quis dizer em sua obra, mas o que a obra nos diz, aqui e agora em nosso contexto e o que disse em outros contextos históricos a outros leitores.

Ana Mae Barbosa advoga a utilização da noção de leitura da obra, do campo de sentido e da imagem em lugar da palavra apreciação no campo da aprendizagem. Explica a autora que historicamente o ensino da apreciação em arte e design teve início na Inglaterra na passagem do século 19 ao 20, quando operários começaram a ser vistos como potenciais consumidores. Para a autora, apreciar indica a formulação de um discurso de convencimento. LEIA MAIS

A Abordagem Triangular: leitura da obra de arte – parte 2

Conforme verificado por Barbosa (2001), o primeiro livro que estabelecia para o ensino a arte como conhecimento foi de Edmund Feldman a qual o autor traz o método comparativo de análise de obras de artes. Trata-se inegavelmente de estimular a leitura de uma ou mais imagens de obras, com a atenção para o confronto entre a suas semelhanças e diferenças.

“Para efeitos didáticos, ouso classificar o método de leitura da obra de arte de Feldman como comparativo. Ele nunca propõe a leitura de uma única obra de arte, mas sempre coloca duas ou mais obras para que o estudante tire conclusões da leitura comparada de problemas visuais propostos de maneira similar, ou diferentemente nas várias obras”. (…) Para o estudo da linha, especificamente, Feldman propõe a, análise das diferenças e semelhanças entre as linhas onduladas de uma cadeira de Balanço Thonet (figura – 1) e da escultura de Calder The Hastess (figura-2) em contraposição à angulosidade do quadro de Family Walk de Paul Klee (figura-3) e das linhas agudas do quadro de Jacob Lawrence, Pool Parlar (figura-4)” (BARBOSA , 2001, p. 44). LEIA MAIS

A Abordagem Triangular: contextualizar, produzir e ver – parte 1

Por: Marcos Camargo

A Abordagem Triangular hoje conhecida, publicado primeiramente com o nome de Metodologia Triangular em 1990, no livro “A imagens no ensino da Arte” por Ana Mae Barbosa, depois alterado no livro “Tópicos Utópicos” passou a chamar de “Proposta Triangular”. Segue de forma sistemática com sua gênese DBAE- Disciplined Based Art Education e com outras duas fortes influências na Richard Hamilton, em Newcastle University (Inglaterra) e Escuelas al Aire Libre (México) à sistematização pós-moderna do ensino da arte na educação brasileira. LEIA MAIS

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