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Série de Estudos – Considerações finais + Bônus – [parte 1/2]

Conclusão

O desenvolvimento do presente estudo possibilitou uma análise de como o marxismo cultural está sendo propagado na cultura ocidental, uma reflexão acerca dos malefícios do marxismo na gravidade que encontra influenciando à artes e instituições, ao se observar esse conteúdo, além disso também permitiu conhecer as diferentes estratégias marxista de como pode ser implantado o comunismo/socialismo,  de um modo geral, a intelectualidade marxista demonstra interesse em aprofundar suas teorias e implanta-las em todas esferas humanas, e com engenhosidade social, tem conseguido agir ardilosamente nas camadas sociais. LEIA MAIS

Série de Estudos – Arte Sob Influências da Cultura Marxista – [parte 2/2]

Em outra passagem Adorno se refere a música da seguinte forma:

De modo algum se dá expressão à esquizofrenia, mas a música tem um comportamento que se parece ao de certos doentes mentais. O indivíduo representa tragicamente sua própria dissociação. Desta imitação ele se promete, de maneira mágica, mas atualidade imediata(…) Seu interesse apoia-se antes no dominar rasgos esquizofrênicos mediante a consciência estética e também em geral queria reivindicar a loucura como boa saúde (ADORNO , 1974, p. 132-133). LEIA MAIS

Série de Estudos – Arte Sob Influências da Cultura Marxista – [parte 1/2]

Através da estratégia gramsciana e teorias da escola de Frankfurt, visa dominar as consciências das pessoas, atuando na cultura, por meios dos controles das instituições culturais. Dentro das artes no que compete à música,

(…) século XX, com o surgimento das técnicas de lavagem cerebral descobertos por Pavlov e instrumentalizados por agentes do movimento globalista, a música passou a ser vista como instrumento de transformação do comportamento humano por engenheiros sociais, com vista à manipulação de vastas massas de pessoas para realização de objetivos inconfessáveis – o que também é possível, infelizmente, devido à capacidade de incutir valores e comportamentos subliminarmente, que é uma das principais propriedades da música (MANTOVANI , 2017, p. 21-22). LEIA MAIS

Série de Estudos – Marxismo Cultural: A subversão ideológica da cultura ocidental [parte 1/2]

Segundo Olavo (1996) o marxismo cultural é a cultura o que se infiltra nas bases da sociedade para solidificar uma mentalidade e visão cosmo política distorcida. Para serem controladas e usadas como massa de manobra com interesses de implantar uma nova ordem. Modificando-se a cultura, altera-se a mentalidade e visão do todo. No entanto para alterar a cultura, de certa forma sorrateiramente, era imperioso se incutir nos canais institucionais, particularmente na educação.

Gramsci propõe uma revolução cultural que subverta todos os critérios admitidos do conhecimento, instaurando em seu lugar um “historicismo absoluto”, no qual a função da inteligência e da cultura já não seja captar a verdade objetiva, mas apenas “expressar “a crença coletiva, colocada assim fora e acima da distinção entre verdadeiro e falso (CARVALHO, 1996, p. 30). LEIA MAIS

Série de Estudos – A Chegada do Marxismo Cultural: Sociedade Fabiana, Escola de Frankfurt e o Antonio Gramsci [parte 3/3]

A estratégia (ferramentas) que foi desenvolvida pelos marxistas para acelerar utopia comunista por meios não radicais são:

Teoria Crítica: LEIA MAIS

Série de Estudos – A Chegada do Marxismo Cultural: Sociedade Fabiana, Escola de Frankfurt e o Antonio Gramsci [parte 2/3]

Em paralelo na Alemanha Felix Weil, alemão que também está preocupado com os rumos da revolução russa, decide criar em 1922, uma serie de congresso reunindo pensadores marxista para acelerar o processo de revolução. Entre eles estava Karl Korsch, um teórico contemporâneo de Gramsci que apresenta a tese que o  estado é sim, estruturado pela economia, mas essa economia tem como base uma outra estrutura,  uma cultura invisível, a cultura estabelecedores dos valores passado em geração em geração (burgueses), essa superestrutura invisível, é a qual mantem sustentação ao Estado, e para o desmantelamento, Korsch mostra o caminho para marxista atacarem, até então não visto (KORSCH, 2008).Entusiasmo como a apresentação de Korsch, Félix Weil fundou juntamente com outros marxista, um dos principais marcos histórico para marxismo cultural, o instituto de pesquisa sociológica de Frankfurt, a escola de Frankfurt.

Nessa época aconteceu fatos importantes, ocorreu o sucessor de Felix Weil pelo sociólogo e filósofo alemão Max Horkheimer, se tornou diretor do Instituto em 1937. O contexto histórico, assim como Gramsci, Horkheimer acreditava em uma nova hegemonia cultural e na destruição da estrutura dos valores que perpetuavam por meio da autoridade da igreja, da família e da escola, de certo modo, aconteceu que, segundo a escola de Frankfurt, os pais ensinam os filhos o que é certo e errado, por meios do castigo, e educa através de exemplo da família, a Igreja estabelece os dogmas morais, que estabelecem e condiciona a ação do homem e a escola condiciona o comportamento por meio do ensino. LEIA MAIS

Série de Estudos – Aspecto Histórico da Revolução Russa e a Crise Marxista [parte 3/3]

No entanto, foi nessa época que aconteceu os maiores crimes contra a humanidade, durante o regime leninista e stalinista, na União Soviética.

Poster Propaganda Chinesa de 1967, Marxista Presidente Mao Zedong LEIA MAIS

Série de Estudos – Aspecto Histórico da Revolução Russa e a Crise Marxista [parte 2/3]

Lenin no dia 7 novembro de 1917, deu um golpe no governo transitório de Kerensky, que foi derrubado pelas forças bolcheviques, devido a isso, abriu uma nova fase para história humana, a fase de escravidão do povo; Marx resumiu o socialismo como “abolição da propriedade privada“. Na pratica, o componente mais fundamental da propriedade privada — a propriedade do indivíduo sobre si próprio — foi o primeiro a ser abolido (MALTSEV, 2017).

Conforme verificado por Olavo (2002), “a primeira guerra mundial trouxe uma crise teórica para o marxismo, pois esperava-se que os trabalhadores se unissem contra os empregadores, mas o que aconteceu foi inegavelmente ao contrário, proletariado aderiu à pregação patriótica, alistando-se em massa e lutando bravamente nos campos de batalha pelos “interesses imperialista”. LEIA MAIS

Série de Estudos – O Manifesto Comunista: A Essência da Ideologia Marxista [parte 1/2]

O Manifesto Comunista, publicado pela primeira vez em 21 de fevereiro de 1848 pelos escritores; Marx e Engels, traz a essência da ideologia comunista/marxista. Pode-se dizer que a ideologia marxista é a qual defende uma sociedade sem classe, e igualitária.  Neste contexto, fica claro na visão de Marx, que a sociedade tradicional (burguesa) era injusta, pois explorava o trabalhador (MARX e ENGELS, 1997). O mais preocupante, contudo, é constatar que no manifesto, traz toda a estratégia de como seria aplicado a ideologia comunista/marxista na práxis, onde que, os trabalhadores ou proletariados, seriam os meios, para criação de uma revolução armada na tomada posse do governo, implantando à ditadura do proletariado, controlando os meios de produção e abolindo a propriedade privada.

Como bem nos assegura Marx e Engels (1997, p. 30 e 41) que: LEIA MAIS

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