Tagartes visuais

Arte-Educador, Modernismo e Pós-Modernismo – [parte 2]

Tendência do ensino da arte da atualidade e a diversidade cultural

Como uma tendência, Barbosa (2003) aponta, na atualidade, para a associação do Ensino de Arte com a Cultura Visual. LEIA MAIS

Abordagem da Leitura Artística – Art in Education: an internacional perspective – Parte 2

Para Barbosa (2003) a leitura do discurso visual é composta pela análise dos elementos visuais que constroem uma imagem e sua significação em diferentes contextos, cabe apontar que, apesar de os modos de recepção da obra de Arte e da imagem ao ampliarem o significado da própria obra a ela se incorporam.  Diante do exposto, então, não se trata mais de perguntar o que o artista quis dizer em sua obra, mas o que a obra nos diz, aqui e agora em nosso contexto e o que disse em outros contextos históricos a outros leitores.

Ana Mae Barbosa advoga a utilização da noção de leitura da obra, do campo de sentido e da imagem em lugar da palavra apreciação no campo da aprendizagem. Explica a autora que historicamente o ensino da apreciação em arte e design teve início na Inglaterra na passagem do século 19 ao 20, quando operários começaram a ser vistos como potenciais consumidores. Para a autora, apreciar indica a formulação de um discurso de convencimento. LEIA MAIS

Abordagem da Leitura Artística – Art in Education: an internacional perspective – Parte 1

Por: Marcos Camargo

O artigo apresenta algumas das importantes contribuições de conceitos e abordagem leitura artística do Robert William Ott e a necessidade da alfabetização visual, segunda Ana Mae Barbosa. Como bem no assegura Ott, (1997 apud BARBOSA, 1997) trata-se de uma abordagem que fornece conceitos para a crítica voltada à produção artística, operando nas relações existentes entre o modo crítico e o criativo de aprender em arte educação. LEIA MAIS

Arte na escola

Por: Marcos Camargo

O artigo explica como arte na escola desenvolveu com algumas reflexões de Ana Mae Barbosa, pois a disseminação do interesse pela leitura da obra de arte na educação escolar ocorreu no Brasil, sobretudo, após a publicação do livro “A Imagem no Ensino da Arte”. Antes, as atividades relativas às artes visuais na educação escolar limitavam ao fazer – desenhar, pintar, modelar -, orientada por uma pedagogia do auto expressão e do laissez-faire, ou, ao contrário, pelo ensino do desenho geométrico.  Devido a isso Ana Mae Barbosa, afirma que o “ensino da arte tem de ser conceitualmente revisto nos seguintes contextos: na escola fundamental, nas universidades, nas escolas profissionalizante, nos museus, nos centro culturais” (BARBOSA , 2001, p. 7). LEIA MAIS

Alguns movimentos da história do ensino da arte

Por: Marcos Camargo

Artigo aponta alguns movimentos relacionado a artes que trouxe importantes mudanças na trajetória no ensino da arte no Brasil, usando como referência a autora Ana Mae Barbosa, partiremos de algumas reflexões levantas por ela, que contribuiu para o desenvolvimento da forma de ensinar a artes visuais atualmente. Alguns movimentos como: “de volta ao básico”, movimento Escolinhas de Arte; XIV Festival de Inverno de Campos de Jordão, e as transformações no final dos anos 80, foram pequenos lapsos na história da arte que trouxe envergadura e amadurecimento para o ensino. LEIA MAIS

Modelo de roteiro para criação de vídeo com alunos

Por: Marcos Camargo

Artigo aponta uma forma simples de realizar a elaboração de um pequeno roteiro sobre um exemplo de vídeo que você queira produzir com seus alunos acerca da disciplina que ministra, mas antes precisamos conhecer algumas das principais expressões usada, como: lettering e off screen. LEIA MAIS

Análise da entrevista de Ana Mae Barbosa no programa Roda Viva – ano 1998

Por: Marcos Camargo

Artigo aponta uma análise da entrevista que foi realizada no programa Roda vida no dia 12 de outubro de 1990, na TV Cultura com a arte educadora Ana Mae Barbosa. Apresenta um parâmetro do cenário no que cerne ao ensino da arte na educação brasileira, seguido a do aprofundamento do assunto tratado e a adequação dos exemplos (pessoas entrevistadas e/ou casos mostrados. (CAMARGO, 2018) LEIA MAIS

A Abordagem Triangular: leitura da obra de arte – parte 2

Conforme verificado por Barbosa (2001), o primeiro livro que estabelecia para o ensino a arte como conhecimento foi de Edmund Feldman a qual o autor traz o método comparativo de análise de obras de artes. Trata-se inegavelmente de estimular a leitura de uma ou mais imagens de obras, com a atenção para o confronto entre a suas semelhanças e diferenças.

“Para efeitos didáticos, ouso classificar o método de leitura da obra de arte de Feldman como comparativo. Ele nunca propõe a leitura de uma única obra de arte, mas sempre coloca duas ou mais obras para que o estudante tire conclusões da leitura comparada de problemas visuais propostos de maneira similar, ou diferentemente nas várias obras”. (…) Para o estudo da linha, especificamente, Feldman propõe a, análise das diferenças e semelhanças entre as linhas onduladas de uma cadeira de Balanço Thonet (figura – 1) e da escultura de Calder The Hastess (figura-2) em contraposição à angulosidade do quadro de Family Walk de Paul Klee (figura-3) e das linhas agudas do quadro de Jacob Lawrence, Pool Parlar (figura-4)” (BARBOSA , 2001, p. 44). LEIA MAIS

A Abordagem Triangular: contextualizar, produzir e ver – parte 1

Por: Marcos Camargo

A Abordagem Triangular hoje conhecida, publicado primeiramente com o nome de Metodologia Triangular em 1990, no livro “A imagens no ensino da Arte” por Ana Mae Barbosa, depois alterado no livro “Tópicos Utópicos” passou a chamar de “Proposta Triangular”. Segue de forma sistemática com sua gênese DBAE- Disciplined Based Art Education e com outras duas fortes influências na Richard Hamilton, em Newcastle University (Inglaterra) e Escuelas al Aire Libre (México) à sistematização pós-moderna do ensino da arte na educação brasileira. LEIA MAIS

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