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O papel do texto impresso e do hipertexto na educação

O papel do texto impresso (mídia impressa) e do hipertexto na educação é fundamental para a contribuição na construção de um saber individual e coletivo. Para isso, vamos definir o que texto e o hipertexto e qual a diferença para se trabalhar em sala de aula usando os diversos tipos de mídias que estão presentes em nosso dia a dia. Portanto é de suma importância que o educador esteja preparado para usá-las as mídias como ferramenta de apoio pedagógico.

Mídia Impressa LEIA MAIS

Arte na escola

Por: Marcos Camargo

O artigo explica como arte na escola desenvolveu com algumas reflexões de Ana Mae Barbosa, pois a disseminação do interesse pela leitura da obra de arte na educação escolar ocorreu no Brasil, sobretudo, após a publicação do livro “A Imagem no Ensino da Arte”. Antes, as atividades relativas às artes visuais na educação escolar limitavam ao fazer – desenhar, pintar, modelar -, orientada por uma pedagogia do auto expressão e do laissez-faire, ou, ao contrário, pelo ensino do desenho geométrico.  Devido a isso Ana Mae Barbosa, afirma que o “ensino da arte tem de ser conceitualmente revisto nos seguintes contextos: na escola fundamental, nas universidades, nas escolas profissionalizante, nos museus, nos centro culturais” (BARBOSA , 2001, p. 7). LEIA MAIS

Alguns movimentos da história do ensino da arte

Por: Marcos Camargo

Artigo aponta alguns movimentos relacionado a artes que trouxe importantes mudanças na trajetória no ensino da arte no Brasil, usando como referência a autora Ana Mae Barbosa, partiremos de algumas reflexões levantas por ela, que contribuiu para o desenvolvimento da forma de ensinar a artes visuais atualmente. Alguns movimentos como: “de volta ao básico”, movimento Escolinhas de Arte; XIV Festival de Inverno de Campos de Jordão, e as transformações no final dos anos 80, foram pequenos lapsos na história da arte que trouxe envergadura e amadurecimento para o ensino. LEIA MAIS

Análise da entrevista de Ana Mae Barbosa no programa Roda Viva – ano 1998

Por: Marcos Camargo

Artigo aponta uma análise da entrevista que foi realizada no programa Roda vida no dia 12 de outubro de 1990, na TV Cultura com a arte educadora Ana Mae Barbosa. Apresenta um parâmetro do cenário no que cerne ao ensino da arte na educação brasileira, seguido a do aprofundamento do assunto tratado e a adequação dos exemplos (pessoas entrevistadas e/ou casos mostrados. (CAMARGO, 2018) LEIA MAIS

Exemplo de projeto escolar usando as mídias disponíveis no local

Por: Marcos Camargo

Na atualidade com os avanços tecnológicos o professor precisa estar sempre atento as novas ideias de lecionar. Ao ter contato com a tecnologia, tanto o estudante como o professor são estimulado a se adaptar nesse mundo e buscar romper paradigmas. No entanto, não basta o professor e o aluno deixar o passado se a intuição de ensino não está compartilhando da mesma experiencias. Diante disso, o projeto serve como requisito para novo olhar sobre a formação e práticas educativas de todos os gestores e educadores. LEIA MAIS

Exemplo de planejamento de aulas usando as mídias

Por: Marcos Camargo

Artigo aponta um exemplo de plano de aula na utilização das mídias como ferramenta para o tema proposto “mapa mental digital”. Devido grande notoriedade que vem ganhando o uso das tecnologias no âmbito educacional, cabe o professor procurar, dentre muitas ferramentas qual a melhor auxilia para o desenvolvimento das aulas. LEIA MAIS

A Abordagem Triangular: leitura da obra de arte – parte 2

Conforme verificado por Barbosa (2001), o primeiro livro que estabelecia para o ensino a arte como conhecimento foi de Edmund Feldman a qual o autor traz o método comparativo de análise de obras de artes. Trata-se inegavelmente de estimular a leitura de uma ou mais imagens de obras, com a atenção para o confronto entre a suas semelhanças e diferenças.

“Para efeitos didáticos, ouso classificar o método de leitura da obra de arte de Feldman como comparativo. Ele nunca propõe a leitura de uma única obra de arte, mas sempre coloca duas ou mais obras para que o estudante tire conclusões da leitura comparada de problemas visuais propostos de maneira similar, ou diferentemente nas várias obras”. (…) Para o estudo da linha, especificamente, Feldman propõe a, análise das diferenças e semelhanças entre as linhas onduladas de uma cadeira de Balanço Thonet (figura – 1) e da escultura de Calder The Hastess (figura-2) em contraposição à angulosidade do quadro de Family Walk de Paul Klee (figura-3) e das linhas agudas do quadro de Jacob Lawrence, Pool Parlar (figura-4)” (BARBOSA , 2001, p. 44). LEIA MAIS

A Abordagem Triangular: contextualizar, produzir e ver – parte 1

Por: Marcos Camargo

A Abordagem Triangular hoje conhecida, publicado primeiramente com o nome de Metodologia Triangular em 1990, no livro “A imagens no ensino da Arte” por Ana Mae Barbosa, depois alterado no livro “Tópicos Utópicos” passou a chamar de “Proposta Triangular”. Segue de forma sistemática com sua gênese DBAE- Disciplined Based Art Education e com outras duas fortes influências na Richard Hamilton, em Newcastle University (Inglaterra) e Escuelas al Aire Libre (México) à sistematização pós-moderna do ensino da arte na educação brasileira. LEIA MAIS

Práticas que o professor pode fazer nas redes sociais no contexto da educação: pontos positivos e negativos

Hoje não tem como negar as redes sociais dentro das salas de aulas, se não todos, mais em grande a maiorias dos estudantes possuem perfis no facebook, instagram e twitter, entre outros. Cabe o professor vencer esse tabu e utilizar essas ferramentas para interação em classe com responsabilidade e avaliando os pontos positivos e negativos.

Proposta na utilização de dispositivos móveis para professor e aluno

Por: Marcos Camargo

No século XXI, com a proliferação de smartphone, tablets e notebook, a nova geração, tem toneladas de informações e acesso rápido a qualquer tipo de mídias digitais, além de estar conectado na maioria das vezes, em tempo integral nas redes sociais. Sob esse cenário, apresento uma proposta de como podemos transformar o uso de dispositivos móveis para o auxílio na nossa área de atuação, levando em conta o exemplo do professor e o aluno (estudante). LEIA MAIS

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