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Série de Estudos – O Manifesto Comunista: A Essência da Ideologia Marxista [parte 2/2]

É interessante, aliás, lembrar que ainda não abrange toda filosofia de Marx, além das medidas radicais do manifesto comunista, a começar de abolição da propriedade privada indo até os trabalhos forçados (futuros gulag) e a reforma da distribuição demográfica, por exemplo, não é exagero afirmar que no segundo capítulo, Marx admite que a abolição da família é um valor burguês. “Abolição da família! Até os mais radicais ficam indignados diante desse desígnio infame dos comunistas” (MARX e ENGELS, 1997, p. 36). Conforme explicado acima, isso porque, abolir a família seria relativamente fácil, tão logo, a propriedade da burguesia fosse abolida.

É importante ressaltar que para Marx e Engels a família tradicional é uma instituição meramente burguesa que se mantém no poder pelo aproveito do capital, nesse sentido, Marx assimilou rapidamente indispensabilidade de fazer uma revolução para além da esfera política, estatal e constitucional. LEIA MAIS

Série de Estudos – O Manifesto Comunista: A Essência da Ideologia Marxista [parte 1/2]

O Manifesto Comunista, publicado pela primeira vez em 21 de fevereiro de 1848 pelos escritores; Marx e Engels, traz a essência da ideologia comunista/marxista. Pode-se dizer que a ideologia marxista é a qual defende uma sociedade sem classe, e igualitária.  Neste contexto, fica claro na visão de Marx, que a sociedade tradicional (burguesa) era injusta, pois explorava o trabalhador (MARX e ENGELS, 1997). O mais preocupante, contudo, é constatar que no manifesto, traz toda a estratégia de como seria aplicado a ideologia comunista/marxista na práxis, onde que, os trabalhadores ou proletariados, seriam os meios, para criação de uma revolução armada na tomada posse do governo, implantando à ditadura do proletariado, controlando os meios de produção e abolindo a propriedade privada.

Como bem nos assegura Marx e Engels (1997, p. 30 e 41) que: LEIA MAIS

Série de Estudos – A arte sob a influência do marxismo cultural na utilização dos processos de hegemonia cultural e dissociação do ser – [Apresentação]

Por: Marcos Camargo

Esse artigo é  a apresentação de uma serie de estudos com o titulo ” A arte sob a influencia do marxismo cultural na utilização dos processos de hegemonia cultural e dissociação do ser”  que serão postados em toda semana dividido em 5 capítulos: LEIA MAIS

Arte-Educador, Modernismo e Pós-Modernismo – [parte 2]

Tendência do ensino da arte da atualidade e a diversidade cultural

Como uma tendência, Barbosa (2003) aponta, na atualidade, para a associação do Ensino de Arte com a Cultura Visual. LEIA MAIS

Arte-Educador, Modernismo e Pós-Modernismo – [parte 1]

Por: Marcos Camargo

Artigo explicas alguns pontos relevantes da história do ensino da arte relacionado, ao ensino da arte em museus, modernismo e o pós-modernismo, a livre expressão e a originalidade, as tendências do ensino da arte na atualidade, entre as nuanças que a arte sofrera com a evolução histórica. LEIA MAIS

Arte na escola

Por: Marcos Camargo

O artigo explica como arte na escola desenvolveu com algumas reflexões de Ana Mae Barbosa, pois a disseminação do interesse pela leitura da obra de arte na educação escolar ocorreu no Brasil, sobretudo, após a publicação do livro “A Imagem no Ensino da Arte”. Antes, as atividades relativas às artes visuais na educação escolar limitavam ao fazer – desenhar, pintar, modelar -, orientada por uma pedagogia do auto expressão e do laissez-faire, ou, ao contrário, pelo ensino do desenho geométrico.  Devido a isso Ana Mae Barbosa, afirma que o “ensino da arte tem de ser conceitualmente revisto nos seguintes contextos: na escola fundamental, nas universidades, nas escolas profissionalizante, nos museus, nos centro culturais” (BARBOSA , 2001, p. 7). LEIA MAIS

Alguns movimentos da história do ensino da arte

Por: Marcos Camargo

Artigo aponta alguns movimentos relacionado a artes que trouxe importantes mudanças na trajetória no ensino da arte no Brasil, usando como referência a autora Ana Mae Barbosa, partiremos de algumas reflexões levantas por ela, que contribuiu para o desenvolvimento da forma de ensinar a artes visuais atualmente. Alguns movimentos como: “de volta ao básico”, movimento Escolinhas de Arte; XIV Festival de Inverno de Campos de Jordão, e as transformações no final dos anos 80, foram pequenos lapsos na história da arte que trouxe envergadura e amadurecimento para o ensino. LEIA MAIS

Modelo de roteiro para criação de vídeo com alunos

Por: Marcos Camargo

Artigo aponta uma forma simples de realizar a elaboração de um pequeno roteiro sobre um exemplo de vídeo que você queira produzir com seus alunos acerca da disciplina que ministra, mas antes precisamos conhecer algumas das principais expressões usada, como: lettering e off screen. LEIA MAIS

Análise da entrevista de Ana Mae Barbosa no programa Roda Viva – ano 1998

Por: Marcos Camargo

Artigo aponta uma análise da entrevista que foi realizada no programa Roda vida no dia 12 de outubro de 1990, na TV Cultura com a arte educadora Ana Mae Barbosa. Apresenta um parâmetro do cenário no que cerne ao ensino da arte na educação brasileira, seguido a do aprofundamento do assunto tratado e a adequação dos exemplos (pessoas entrevistadas e/ou casos mostrados. (CAMARGO, 2018) LEIA MAIS

A Abordagem Triangular: leitura da obra de arte – parte 2

Conforme verificado por Barbosa (2001), o primeiro livro que estabelecia para o ensino a arte como conhecimento foi de Edmund Feldman a qual o autor traz o método comparativo de análise de obras de artes. Trata-se inegavelmente de estimular a leitura de uma ou mais imagens de obras, com a atenção para o confronto entre a suas semelhanças e diferenças.

“Para efeitos didáticos, ouso classificar o método de leitura da obra de arte de Feldman como comparativo. Ele nunca propõe a leitura de uma única obra de arte, mas sempre coloca duas ou mais obras para que o estudante tire conclusões da leitura comparada de problemas visuais propostos de maneira similar, ou diferentemente nas várias obras”. (…) Para o estudo da linha, especificamente, Feldman propõe a, análise das diferenças e semelhanças entre as linhas onduladas de uma cadeira de Balanço Thonet (figura – 1) e da escultura de Calder The Hastess (figura-2) em contraposição à angulosidade do quadro de Family Walk de Paul Klee (figura-3) e das linhas agudas do quadro de Jacob Lawrence, Pool Parlar (figura-4)” (BARBOSA , 2001, p. 44). LEIA MAIS

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