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Série de Estudos – Marxismo Cultural: A subversão ideológica da cultura ocidental [parte 1/2]

Segundo Olavo (1996) o marxismo cultural é a cultura o que se infiltra nas bases da sociedade para solidificar uma mentalidade e visão cosmo política distorcida. Para serem controladas e usadas como massa de manobra com interesses de implantar uma nova ordem. Modificando-se a cultura, altera-se a mentalidade e visão do todo. No entanto para alterar a cultura, de certa forma sorrateiramente, era imperioso se incutir nos canais institucionais, particularmente na educação.

Gramsci propõe uma revolução cultural que subverta todos os critérios admitidos do conhecimento, instaurando em seu lugar um “historicismo absoluto”, no qual a função da inteligência e da cultura já não seja captar a verdade objetiva, mas apenas “expressar “a crença coletiva, colocada assim fora e acima da distinção entre verdadeiro e falso (CARVALHO, 1996, p. 30). LEIA MAIS

Série de Estudos – A Chegada do Marxismo Cultural: Sociedade Fabiana, Escola de Frankfurt e o Antonio Gramsci [parte 3/3]

A estratégia (ferramentas) que foi desenvolvida pelos marxistas para acelerar utopia comunista por meios não radicais são:

Teoria Crítica: LEIA MAIS

Série de Estudos – A Chegada do Marxismo Cultural: Sociedade Fabiana, Escola de Frankfurt e o Antonio Gramsci [parte 2/3]

Em paralelo na Alemanha Felix Weil, alemão que também está preocupado com os rumos da revolução russa, decide criar em 1922, uma serie de congresso reunindo pensadores marxista para acelerar o processo de revolução. Entre eles estava Karl Korsch, um teórico contemporâneo de Gramsci que apresenta a tese que o  estado é sim, estruturado pela economia, mas essa economia tem como base uma outra estrutura,  uma cultura invisível, a cultura estabelecedores dos valores passado em geração em geração (burgueses), essa superestrutura invisível, é a qual mantem sustentação ao Estado, e para o desmantelamento, Korsch mostra o caminho para marxista atacarem, até então não visto (KORSCH, 2008).Entusiasmo como a apresentação de Korsch, Félix Weil fundou juntamente com outros marxista, um dos principais marcos histórico para marxismo cultural, o instituto de pesquisa sociológica de Frankfurt, a escola de Frankfurt.

Nessa época aconteceu fatos importantes, ocorreu o sucessor de Felix Weil pelo sociólogo e filósofo alemão Max Horkheimer, se tornou diretor do Instituto em 1937. O contexto histórico, assim como Gramsci, Horkheimer acreditava em uma nova hegemonia cultural e na destruição da estrutura dos valores que perpetuavam por meio da autoridade da igreja, da família e da escola, de certo modo, aconteceu que, segundo a escola de Frankfurt, os pais ensinam os filhos o que é certo e errado, por meios do castigo, e educa através de exemplo da família, a Igreja estabelece os dogmas morais, que estabelecem e condiciona a ação do homem e a escola condiciona o comportamento por meio do ensino. LEIA MAIS

Série de Estudos – A Chegada do Marxismo Cultural: Sociedade Fabiana, Escola de Frankfurt e o Antonio Gramsci [parte 1/3]

Alguns marxistas a parte da União Soviética, observarão os acontecimentos históricos do regime: leninismo e stalinismo, e acusaram de não estar implantando a ditadura do proletariado, mas sim, uma ditadura do estado assassino e cruel. A subdivisão dos pensamentos comunista/marxista começa a ganhar força no período em que seguia a revolução bolcheviques. Tais pensamentos como da Sociedade Fabiana, Antônio Gramsci e Escola Frankfurt fortalece por reforça que o comunismo poderia ser implantado por meios menos radicais, agindo na cultura.

Sociedade Fabiana LEIA MAIS

Série de Estudos – Aspecto Histórico da Revolução Russa e a Crise Marxista [parte 3/3]

No entanto, foi nessa época que aconteceu os maiores crimes contra a humanidade, durante o regime leninista e stalinista, na União Soviética.

Poster Propaganda Chinesa de 1967, Marxista Presidente Mao Zedong LEIA MAIS

Série de Estudos – Aspecto Histórico da Revolução Russa e a Crise Marxista [parte 2/3]

Lenin no dia 7 novembro de 1917, deu um golpe no governo transitório de Kerensky, que foi derrubado pelas forças bolcheviques, devido a isso, abriu uma nova fase para história humana, a fase de escravidão do povo; Marx resumiu o socialismo como “abolição da propriedade privada“. Na pratica, o componente mais fundamental da propriedade privada — a propriedade do indivíduo sobre si próprio — foi o primeiro a ser abolido (MALTSEV, 2017).

Conforme verificado por Olavo (2002), “a primeira guerra mundial trouxe uma crise teórica para o marxismo, pois esperava-se que os trabalhadores se unissem contra os empregadores, mas o que aconteceu foi inegavelmente ao contrário, proletariado aderiu à pregação patriótica, alistando-se em massa e lutando bravamente nos campos de batalha pelos “interesses imperialista”. LEIA MAIS

Série de Estudos – Aspecto Histórico da Revolução Russa e a Crise Marxista [parte 1/3]

A história do comunismo e da crise da teoria marxista, é a história de como não deu certo a aplicação dela, apenas nunca foi tão, insidiosa e mortífera ideologia atracado pelas barbaridades no âmbito físico e cultural. O comunismo/marxismo nasceu com uma proposta em novembro de 1917 de derrubar a ordem existente pela revolução armada, partindo da Rússia e estendendo pelo resto do mundo. Este período de conflitos sobre influência marxismo-leninismo, levou ao poder o Partido Bolchevique, liderado pelo Lenin, onde que se deu início a Revolução Russa e mais tarde, a crise marxista.

Rússia Imperial LEIA MAIS

Série de Estudos – O Manifesto Comunista: A Essência da Ideologia Marxista [parte 2/2]

É interessante, aliás, lembrar que ainda não abrange toda filosofia de Marx, além das medidas radicais do manifesto comunista, a começar de abolição da propriedade privada indo até os trabalhos forçados (futuros gulag) e a reforma da distribuição demográfica, por exemplo, não é exagero afirmar que no segundo capítulo, Marx admite que a abolição da família é um valor burguês. “Abolição da família! Até os mais radicais ficam indignados diante desse desígnio infame dos comunistas” (MARX e ENGELS, 1997, p. 36). Conforme explicado acima, isso porque, abolir a família seria relativamente fácil, tão logo, a propriedade da burguesia fosse abolida.

É importante ressaltar que para Marx e Engels a família tradicional é uma instituição meramente burguesa que se mantém no poder pelo aproveito do capital, nesse sentido, Marx assimilou rapidamente indispensabilidade de fazer uma revolução para além da esfera política, estatal e constitucional. LEIA MAIS

Série de Estudos – O Manifesto Comunista: A Essência da Ideologia Marxista [parte 1/2]

O Manifesto Comunista, publicado pela primeira vez em 21 de fevereiro de 1848 pelos escritores; Marx e Engels, traz a essência da ideologia comunista/marxista. Pode-se dizer que a ideologia marxista é a qual defende uma sociedade sem classe, e igualitária.  Neste contexto, fica claro na visão de Marx, que a sociedade tradicional (burguesa) era injusta, pois explorava o trabalhador (MARX e ENGELS, 1997). O mais preocupante, contudo, é constatar que no manifesto, traz toda a estratégia de como seria aplicado a ideologia comunista/marxista na práxis, onde que, os trabalhadores ou proletariados, seriam os meios, para criação de uma revolução armada na tomada posse do governo, implantando à ditadura do proletariado, controlando os meios de produção e abolindo a propriedade privada.

Como bem nos assegura Marx e Engels (1997, p. 30 e 41) que: LEIA MAIS

Série de Estudos – A arte sob a influência do marxismo cultural na utilização dos processos de hegemonia cultural e dissociação do ser – [Apresentação]

Por: Marcos Camargo

Esse artigo é  a apresentação de uma serie de estudos com o titulo ” A arte sob a influencia do marxismo cultural na utilização dos processos de hegemonia cultural e dissociação do ser”  que serão postados em toda semana dividido em 5 capítulos: LEIA MAIS

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