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Série de Estudos – Aspecto Histórico da Revolução Russa e a Crise Marxista [parte 2/3]

Lenin no dia 7 novembro de 1917, deu um golpe no governo transitório de Kerensky, que foi derrubado pelas forças bolcheviques, devido a isso, abriu uma nova fase para história humana, a fase de escravidão do povo; Marx resumiu o socialismo como “abolição da propriedade privada“. Na pratica, o componente mais fundamental da propriedade privada — a propriedade do indivíduo sobre si próprio — foi o primeiro a ser abolido (MALTSEV, 2017).

Conforme verificado por Olavo (2002), “a primeira guerra mundial trouxe uma crise teórica para o marxismo, pois esperava-se que os trabalhadores se unissem contra os empregadores, mas o que aconteceu foi inegavelmente ao contrário, proletariado aderiu à pregação patriótica, alistando-se em massa e lutando bravamente nos campos de batalha pelos “interesses imperialista”. LEIA MAIS

Série de Estudos – Aspecto Histórico da Revolução Russa e a Crise Marxista [parte 1/3]

A história do comunismo e da crise da teoria marxista, é a história de como não deu certo a aplicação dela, apenas nunca foi tão, insidiosa e mortífera ideologia atracado pelas barbaridades no âmbito físico e cultural. O comunismo/marxismo nasceu com uma proposta em novembro de 1917 de derrubar a ordem existente pela revolução armada, partindo da Rússia e estendendo pelo resto do mundo. Este período de conflitos sobre influência marxismo-leninismo, levou ao poder o Partido Bolchevique, liderado pelo Lenin, onde que se deu início a Revolução Russa e mais tarde, a crise marxista.

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Série de Estudos – O Manifesto Comunista: A Essência da Ideologia Marxista [parte 2/2]

É interessante, aliás, lembrar que ainda não abrange toda filosofia de Marx, além das medidas radicais do manifesto comunista, a começar de abolição da propriedade privada indo até os trabalhos forçados (futuros gulag) e a reforma da distribuição demográfica, por exemplo, não é exagero afirmar que no segundo capítulo, Marx admite que a abolição da família é um valor burguês. “Abolição da família! Até os mais radicais ficam indignados diante desse desígnio infame dos comunistas” (MARX e ENGELS, 1997, p. 36). Conforme explicado acima, isso porque, abolir a família seria relativamente fácil, tão logo, a propriedade da burguesia fosse abolida.

É importante ressaltar que para Marx e Engels a família tradicional é uma instituição meramente burguesa que se mantém no poder pelo aproveito do capital, nesse sentido, Marx assimilou rapidamente indispensabilidade de fazer uma revolução para além da esfera política, estatal e constitucional. LEIA MAIS

Série de Estudos – O Manifesto Comunista: A Essência da Ideologia Marxista [parte 1/2]

O Manifesto Comunista, publicado pela primeira vez em 21 de fevereiro de 1848 pelos escritores; Marx e Engels, traz a essência da ideologia comunista/marxista. Pode-se dizer que a ideologia marxista é a qual defende uma sociedade sem classe, e igualitária.  Neste contexto, fica claro na visão de Marx, que a sociedade tradicional (burguesa) era injusta, pois explorava o trabalhador (MARX e ENGELS, 1997). O mais preocupante, contudo, é constatar que no manifesto, traz toda a estratégia de como seria aplicado a ideologia comunista/marxista na práxis, onde que, os trabalhadores ou proletariados, seriam os meios, para criação de uma revolução armada na tomada posse do governo, implantando à ditadura do proletariado, controlando os meios de produção e abolindo a propriedade privada.

Como bem nos assegura Marx e Engels (1997, p. 30 e 41) que: LEIA MAIS

Série de Estudos – A arte sob a influência do marxismo cultural na utilização dos processos de hegemonia cultural e dissociação do ser – [Apresentação]

Por: Marcos Camargo

Esse artigo é  a apresentação de uma serie de estudos com o titulo ” A arte sob a influencia do marxismo cultural na utilização dos processos de hegemonia cultural e dissociação do ser”  que serão postados em toda semana dividido em 5 capítulos: LEIA MAIS

Arte-Educador, Modernismo e Pós-Modernismo – [parte 2]

Tendência do ensino da arte da atualidade e a diversidade cultural

Como uma tendência, Barbosa (2003) aponta, na atualidade, para a associação do Ensino de Arte com a Cultura Visual. LEIA MAIS

Arte-Educador, Modernismo e Pós-Modernismo – [parte 1]

Por: Marcos Camargo

Artigo explicas alguns pontos relevantes da história do ensino da arte relacionado, ao ensino da arte em museus, modernismo e o pós-modernismo, a livre expressão e a originalidade, as tendências do ensino da arte na atualidade, entre as nuanças que a arte sofrera com a evolução histórica. LEIA MAIS

Abordagem da Leitura Artística – Art in Education: an internacional perspective – Parte 2

Para Barbosa (2003) a leitura do discurso visual é composta pela análise dos elementos visuais que constroem uma imagem e sua significação em diferentes contextos, cabe apontar que, apesar de os modos de recepção da obra de Arte e da imagem ao ampliarem o significado da própria obra a ela se incorporam.  Diante do exposto, então, não se trata mais de perguntar o que o artista quis dizer em sua obra, mas o que a obra nos diz, aqui e agora em nosso contexto e o que disse em outros contextos históricos a outros leitores.

Ana Mae Barbosa advoga a utilização da noção de leitura da obra, do campo de sentido e da imagem em lugar da palavra apreciação no campo da aprendizagem. Explica a autora que historicamente o ensino da apreciação em arte e design teve início na Inglaterra na passagem do século 19 ao 20, quando operários começaram a ser vistos como potenciais consumidores. Para a autora, apreciar indica a formulação de um discurso de convencimento. LEIA MAIS

Abordagem da Leitura Artística – Art in Education: an internacional perspective – Parte 1

Por: Marcos Camargo

O artigo apresenta algumas das importantes contribuições de conceitos e abordagem leitura artística do Robert William Ott e a necessidade da alfabetização visual, segunda Ana Mae Barbosa. Como bem no assegura Ott, (1997 apud BARBOSA, 1997) trata-se de uma abordagem que fornece conceitos para a crítica voltada à produção artística, operando nas relações existentes entre o modo crítico e o criativo de aprender em arte educação. LEIA MAIS

Arte na escola

Por: Marcos Camargo

O artigo explica como arte na escola desenvolveu com algumas reflexões de Ana Mae Barbosa, pois a disseminação do interesse pela leitura da obra de arte na educação escolar ocorreu no Brasil, sobretudo, após a publicação do livro “A Imagem no Ensino da Arte”. Antes, as atividades relativas às artes visuais na educação escolar limitavam ao fazer – desenhar, pintar, modelar -, orientada por uma pedagogia do auto expressão e do laissez-faire, ou, ao contrário, pelo ensino do desenho geométrico.  Devido a isso Ana Mae Barbosa, afirma que o “ensino da arte tem de ser conceitualmente revisto nos seguintes contextos: na escola fundamental, nas universidades, nas escolas profissionalizante, nos museus, nos centro culturais” (BARBOSA , 2001, p. 7). LEIA MAIS

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