Apresentação

Egito produziram uma escrita bem estruturada capaz de ter bastante conhecimento da cultura. A religião é talvez o aspecto mais significativo da cultura egípcia, tudo era orientado por ela,  invadiu toda a vida,  interpretando o universo, justificando sua organização social  e política, determinando o papel de cada classe social e, conseqüentemente, orientando toda a produção artística desse povo. Acreditavam em uma vida após a morte, a arte criada por esse povo refletiu suas crenças fundamentais. 

Período – Egito Antigo

  • 2780 a C.  ⇒ A sociedade egípcia já apresentava uma estrutura bastante complexa.
  • 32000-2200 a.C. ⇒ Djoser o Antigo império.

Monumentos Artístico

Mastabas:  que deu a origem as grandes pirâmides, construções retangulares muito simples, a qual era sepultadas pessoas sem importância social.

A pirâmide de Djoser

Pirâmide de Djoser, em Sacará (século XXVIII. a C.)

Pirâmides do deserto de Gizé → QUÉOPS Δ QUÉFREN Δ MIQUERINOS Δ 

Pirâmides de Quéops. Quéfren e Miquerinos, no deserto de Gizé (século XXVI a. C.). XXVII-XXVI a.C.).

Esfinge do Faraó Quéfren

Esfinge do faraó Quéfren (século XXVII a.C.).

Arte Egípcia e as principais características:

  • intimamente ligado a religião;
  • veiculo de difusão das crenças;
  • padronização;
  • não margem da criatividade;
  • domínio perfeito das técnica de execução e não ao estilo do artista;
  • arte anônima.

Lei da Frontalidade

  • Tronco representado sempre de frente, e pernas e seus pés eram visto de perfil;
  • A intenção era que arte não deveria apresentar uma reprodução naturalista que sugerisse ilusão de realidade, pelo contrario, era retratada frontalmente para que o observador não pudesse confundir com o próprio ser humano, e sim reconhecer claramente que se tratava de uma representação.

Baixo-relevo de um túmulo próximo de Sacará (cerca de 2500 a.C.). Museu do Louvre, Paris.

 

Características  das esculturas: 

  • Estatua revela dados particulares do retratado; sua fisionomia, seus traços raciais e sua condição social.

Escriba Sentado

Escriba Sentado (cerca de 2500 a.C.). Encontrado em um sepulcro da necrópole de Sacará. Museu do Louvre, Paris.

Período – Médio Império

  • 2000 a 1750  a. C. ⇒  Convencionalismo e o conservadorismo (retratos estereotipados e não seu aspecto real)

Período – Novo Império

  • 2000 a 1750  a. C. ⇒  Convencionalismo e o conservadorismo (retratos estereotipados e não seu aspecto real)

Templos Carnac e Luxor, características principais:

  • Novo tipo de coluna, tirados da natureza, como o papiro e a flor de lótus.

Colunata do Templo de Amon, mandado construir por Amenofís III, em Luxor (século XIV-XII a.C.). É composta de sete pares de colunas com cerca de 16 m de altura. Cada capitel representa uma flor de papiro

Monumentos funerários: Rainha Hatshepsut → 1511 a 1480 a. C. 

Templo da rainha Hatsheput, em Deir el-Bahari (início do século XV a.C.).

Característica das  pinturas nesse período: 

  • postura rígida abandonada;
  • mais leves no novo império;
  • ganham movimento;
  • desobediência à severa lei da frontalidade.

Trono e sarcófago de Tutancâmon: encontrado pelo inglês Howard Carter, em 1922

Túmulo desse faraó é uma grande construção formada por um salão de entrada, onde duas portas secretas dão acesso à sala sepulcral e à chamada câmara do tesouro. O tesouro aí encontrado era constituído por vasos, arcas, um rico trono, carruagens, esquifes e inúmeras peças de escultura, entre as quais duas estátuas de quase dois metros, representando o jovem soberano múmia imperial estava protegida por três sarcófagos: um de madeira dourada, outro também de madeira, mas com incrustações preciosas e, finalmente , o que continha o corpo do faraó, em ouro maciço com aplicações de lápis-lazúli, coralinas e turquesas.

A múmia imperial esta protegida por três sarcófagos: um de madeira dourada, outro também de madeira, mas com incrustações preciosas e, por ultimo, o que continua o corpo do faraó, em ouro maciço com aplicações de lápis-lazúli, coralinas e turquesas.

Trono de Tutancâmon (século XIV a C.). Feito em madeira esculpida, recoberto com uma lâmina de ouro e ornamentado com incrustações multicoloridas em vidro, cerâmica esmaltada, prata e pedras. Trata-se de uma das peças mas esplêndidas do tesouro de Tutancâmon . Museu Egípcio, Cairo.

Segundo sarcófago de Tutancâmon

Ramsés II → expandir o poderio político do Egito, consequentemente a arte do seu reinado

  • utilização dos hieróglifos como elemento estético.
  • esculpidos nas fachadas e colunas dos templos

Templo de Abu-Simbell, Na Baixa Núbia

Templo de Abu-Simbell, na Baixa Núbia (século XII a.C.). A mais grandiosa obra de Ramsés II. As quatro figuras que representam o faraó têm mais de 20 m de altura. Se não fosse uma campanha internacional em defesa do tempo a barragem de Assuã o teria deixado submerso nas águas do Nilo. Em 1968, a parte do templo escavada na rocha foi cortada em grandes blocos e trasportada para outro local.

Pequeno Templo de Abi-Simbell dedicado à deusa Hator. 

Pequeno templo de Abul-Simbell dedicado à deusa Hator (século XII a.C.). AS inscrições em hieróglifos compõem a ornamentação da fachada.