Por Marcos Camargo

Convergência de mídias é uma tendência das comunicações atuais que estão aderindo para se adaptar a internet. Esse é um conceito criado pelo Henry Jenkins, que aparentemente parece ser de fácil compressão, mas quando colocado em pratica, por algumas empresas, nem sempre a sua aplicabilidade dela tem feito na maioria das vezes de forma correta. Como bem nos assegura Jenkins (2009), pode-se dizer que é um fluxo de conteúdos através de múltiplas plataformas. Neste contexto, fica claro que é um processo e comportamento migratório dos públicos dos meios de comunicação na procura por novas experiências de entretenimento.

Assim, reveste-se de particular importância que se tipo de mídia “tradicional” que estão vindo (convergindo) para internet como: jornal, rádio, folder, vídeos etc. Não é simplesmente você transferir um conteúdo para um meio ou canal, mas além disso, saber comunicar a mensagem com as especificidades de cada público atingindo.
Podemos conceituar Web 2.0 como uma plataforma que comunica e partilha conteúdos e serviços, potenciando uma verdadeira arquitetura participada, onde os conteúdos, postados por cada um de nós, encontram seu espaço na rede e obtêm a divulgação adequada (FERREIRA 2006). Ou seja uma possibilidade para qualquer área de atuação, certamente se trata de uma mudança na forma como ela é percebidas por usuários e desenvolvedores com um ambiente de interação e participação, como, por exemplo, Wikipédia que é um enciclopédia escrita internacionalmente por varias pessoas em diversos lugares do mundo.

Podemos citar varias vantagens e algumas desvantagem (risco).

As principais vantagens seja a:

• facilidade de criação de conteúdo;
• melhor categorização de conteúdos;
• facilidade de encontrar a informações;
• Compartilhamento do conteúdo;
• Redução do tempo para a pesquisa de informações;
• Facilidade de transportar conteúdo a nos portáteis e móvel.
• Pluralidade de ideias e construção democrática do conhecimento

Desvantagens

• Criação de contas em diferentes sites, além de perfis falsos;
• Facilidade de encontrar informação sobre outras pessoas;
• Exposição na web e correndo risco de criminosos te encontrar;

Pode ser dizer que as implicações para a educação das possibilidades trazidas pela web 2.0 são profundas. Nesse contexto para alunos e professores, novas formas de lidar com informações e construção de conhecimentos, participação em comunidades virtuais de aprendizagem, reformulação de conceitos ligados à relação professor/aluno e espaços de aprendizagem, entre outros.

É importante considerar que a Web 2.0 coloca ao dispor de professores e alunos ambientes virtuais e ferramentas para uma educação on-line, seja porque, é possível contar com o Facebook, WordPress, Wiki, Youtube, Second Life e Linkedin, Twitter, entre outros.Assim, reveste-se de particular importância que a Web caracterizara-se pela simplicidade e pela troca rápida de informações; pela facilidade de publicação e disponibilização rápida pela atuação do usuário, agora autor, produtor de conteúdo na web 2.0 que participa, socializa interage; pela utilização da inteligência coletiva para organizar de modo mais eficaz a rede (FERREIRA 2006).

O autor deixa claro, sob essa ótima, ganha particular relevância, pois há uma relação cada vez mais próxima entre a web 2.0 e educação, já que possibilitou a criação de cursos à distância, permitindo a interação entre professor e aluno.

Além disso, o acesso a vídeo aulas e redes sociais voltadas a objetivos acadêmicos se tornaram algo mais comum. A Web 2.0 também abriu caminhos para a educação baseada em recursos tecnológicos e para a discussão sobre estudos e pesquisas no mundo virtual.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

JENKINS, Henry. Cultura da Convergência. 2 ed. São Paulo: Aleph, 2009.
FERREIRA, S.; BASTOS; R. Web 2.0 Recursos Tecnológicos e Formação. 2006.