Segundo Olavo (1996) o marxismo cultural é a cultura o que se infiltra nas bases da sociedade para solidificar uma mentalidade e visão cosmo política distorcida. Para serem controladas e usadas como massa de manobra com interesses de implantar uma nova ordem. Modificando-se a cultura, altera-se a mentalidade e visão do todo. No entanto para alterar a cultura, de certa forma sorrateiramente, era imperioso se incutir nos canais institucionais, particularmente na educação.

 

Gramsci propõe uma revolução cultural que subverta todos os critérios admitidos do conhecimento, instaurando em seu lugar um “historicismo absoluto”, no qual a função da inteligência e da cultura já não seja captar a verdade objetiva, mas apenas “expressar “a crença coletiva, colocada assim fora e acima da distinção entre verdadeiro e falso (CARVALHO, 1996, p. 30).

Como bem nos assegura Olavo (2002), o marxismo cultural é “a revolução cultural de vez de transformar a condição social para mudar as mentalidades, iria mudar as mentalidades para transforma a condição social”.  Alguns intelectuais, empenham para disseminar o marxismo cultural no sistema educacional, exemplo é nosso patrono da educação brasileira Paulo Freire,

(…) só o que fez este triste patrono foi descobrir que o aluno é um público cativo para a doutrinação marxista. A educação deixa de ser uma abertura para o mundo, uma chance de tomar posse nossa herança cultural, e passa a ser apenas a isca com a qual se há de fisgar mais um inocente útil para destruir a herança que não conhece […] Paulo Freire é o patrono da substituição de conhecimento por ideologia, de aprendizado por lavagem cerebral (RAMALHETE, 2012).

 

Para William (LIND, 1998):

Antônio Gramsci na (Itália) e Georg Lukács na (Hungria), os dois teóricos marxista chegaram à mesma conclusão: a cultura ocidental e a religião cristã haviam cegado a classe trabalhadora para o seu verdadeiro interesse de classe marxista de que o comunismo era impossível no Ocidente até que ambos poderia ser destruído(…) No mesmo ano, quando Lukács se se tornou deputado do Comissário da Cultura no breve governo bolchevique Bela Kun na Hungria, um dos primeiros atos de Lukács foi introduzir a educação sexual e, escolas públicas da Hungria. Ele sabia que se ele pudesse destruir a moral sexual tradicional do Ocidente, ele teria dado um passo gigante para destruir a própria cultura ocidental.

Conforme citado, a subversão dos valores morais da família ensinado ao longo da educação, permite de forma lenta e gradativa, que o marxismo cultural distorce os valores. Através, por exemplo de estratégias como:

“modificação do senso comum” de Gramsci, à implementação do comunismo e socialismo por meios não radicais, alcançaria o êxito. Aliás, interessante salientar que, para que se tenha uma homogeneidade da cultura marxista não precisa de uma grande estrutura para sustentasse o saber, e sim uma ideologia convincente, uma espécie de jogo de marketing (RICARDO , 2012).

continua na próxima semana…