A estratégia (ferramentas) que foi desenvolvida pelos marxistas para acelerar utopia comunista por meios não radicais são:

Teoria Crítica:

  • De acordo com Horkheimer (1983): a teoria crítica tinha o objetivo de libertar os seres humanos das circunstâncias que os escravizam. Dessa forma, o objetivo primordial é a criação de uma plataforma teórica e ideológica para revolução cultural. Os “filósofos” dedicaram com exaustão especificamente na cultura. No entanto é a cultura que traz os alicerces que modelam os pensamentos das pessoas a respeito da visão política e do mundo. Desse modo, para alteração da cultura é vital o controle da linguagem e das ideias. Por essa razão, tem particular relevância quando se trata de controle, para se infiltrar nos canais institucionais, particularmente a educação no rumo a revolução cultural.

A grife italiana Gucci se inspirou na revolução estudantil de Maio de 68 para sua coleção de inverno de 2018. Como se vê na foto, mais atual do que nunca.

  • A teoria critica busca síntese entre pensamento de Marx e as ideias de Freud. A Idéia na pratica é simples, se criticarmos tudo que existe o processo de dialética histórica trazida por Hegel será acelerada e consequentemente a utopia comunista ira chegar mais rápido. Para teoria crítica, rejeita quaisquer pretensões de verdade absoluta então tudo pode ser desconstruído (WIGGERSHAUS, 2002).

O psicanalista Sigmund Freud posa para o escultor Oscar Nemon, em Viena, em 1931.

Hegemonia Cultural: 

  • De acordo Gramsci (2011): seria preciso, ao contrário, infiltrar lenta e gradualmente a idéia revolucionária (sem jamais declarar, que isso estava sendo feito), sempre pela via pacífica, legal, constitucional, entorpecendo consciências e massificando a sociedade com uma propaganda subliminar, imperceptível aos mais incautos que, por sinal, representam a grande maioria da população. O objetivo somente seria atingido pela utilização de dois expedientes distintos: a hegemonia e a ocupação de espaços.

    Ocupação no sistema de ensino

  • A hegemonia consiste na criação de uma mentalidade uniforme em torno de determinadas questões, fazendo com que a população acredite ser correta esta ou aquela medida, este ou aquele critério, esta ou aquela análise de situação, de modo que quando o comunismo tiver tomado o poder, já não haja qualquer resistência. Isso deve ser feito, segundo ensina Gramsci, a partir de diretrizes indicadas pelo intelectual coletivo (o partido), que as dissemina pelos intelectuais orgânicos (ou, formadores de opinião), sendo estes constituídos de intelectualóides de toda sorte, como professores principalmente universitários (porque o jovem é um caldo de cultura excelente para isso), a mídia (jornalistas também intelectualóides) e o mercado editorial (autores de igual espécie), os quais, então, se encarregam de distribuí-las pela população. Gramsci propõe que através do sistema educacional, das instituições religiosas e os meios de comunicação seria possível criar e reproduzir hegemonia cultural comunista (GRAMSCI, 2011)

“Gramsci visto da dietro le sbarre”, Marco Tavoletta

Vê-se, por isso, que através da teoria crítica, hegemonia cultural e as engenharias sociais marxista são as táticas para o desmantelamento gradual do estado e o controle mental das pessoas, pode se dizer também que, a ocupação nos órgãos e instituições, traz no seu âmago frutos de teorias gramsciana e frankfurtiana, que aos longos dos séculos vem tomando espaço gradativamente sendo ensinado em geração e em geração. No entanto dessa forma, tais teorias corroborem para a criação de um estado comunista, usando as pessoas para esse fim, sem elas saberem. Resta saber, então conhecer importância de uma parte das estratégias aplicado em todas esferas da sociedade. Enfim, destacamos o valor desse conhecimento (como forma de pelejar) o método de devastação que foi executado de forma tão astuto por parte da Escola de Frankfurt e pelos seus adeptos ao marxismo.

continua na próxima semana…